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amor

Como é que alguém consegue mexer tanto com você? Como se explica aquelas sensações que sentimos quando a pessoa sorri? E aquela coisa no estômago, isso é inexplicável pode apostar!

Surreal esse “lance” de amor, quando você menos espera, ou quando você realmente espera, surge em sua vida alguém que só de lhe dar um simples “Oi” balança tudo e mais um pouco, eu particularmente, não sei definir o que acontece comigo, as vezes acho que tem uma escola de samba inteira dentro de mim, em outra hora acho que sou um vulcão, mas na maioria da vezes, me sinto mesmo um ima, logo quero me recostar, grudar, agarrar e todos os adjetivos possíveis que se possa dar, a essa coisa de ficar o tempo todo ao lado da pessoa, arrisco dizer que esse... Esse... esse “amor” é danado demais, faz você de gato e sapato, te mete em cada buraco, mas te garante os melhores abraços.

Amor, amar, amando, amei... Ô palavras pequenas de significados fortes, nesse mundo tão louco e perdido, existem casais que ainda são tão parecidos, amor, ah o amor, tem dor, alegria, raiva, antipatia, tem a tia, a vizinha, na cozinha, na salinha, ah amor!!

Definir em palavras o "amor", foge da minha inteligência humana, sim nos tornamos bobos, palhaços, amigos, e tudo isso acompanhado daqueles bons e velhos “amassos”, e se tem algo que possa expressar o amor de fato, é o tempo, o tempo que passamos ao lado, sendo gato, sapato, sendo amigo, sendo palhaço, mas tendo e sendo o melhor dos abraços.

Ah esse amor cheio de defeitos, feito do nosso jeito, que mexe com o corpo inteiro e que te deixa cheio de felicidade, e o amor? Ah esse não tem idade, e o que nos da certeza que ele existe? Simples... É se entregar por inteiro e não pela metade.

Ah esse “lance” de amar... Bem vindo a minha doce realidade.